Vestida para a própria ruína
Vestida para a própria ruína
Quanto ao nosso vestir, devemos ter cuidado para não chamar a atenção de todo o mundo e nem causar uma imagem errada
Num belo sábado resolvi levar meu filho
ao parque. Para minha surpresa, ali estava ela no meio de tantas
crianças e famílias: uma mãe vestindo apenas um sutiã preto. Ela nem se
importava com as centenas de crianças brincando ao seu redor... E, para
falar a verdade, nem as crianças se importavam! Apenas eu parecia
chocada! É incrível como a maioria das crianças já sabe como é o sexo
oposto; as crianças hoje em dia são diferentes, mais maduras em muitas
coisas, e isso é até assustador. Onde foi parar a inocência? Onde foi
parar o bom senso desse mundo? Por que as coisas ruins são aceitas e
consideradas boas para todos, ao passo que as coisas realmente boas são
vistas como ultrapassadas e menos importantes?
Uma das coisas mais comuns de se ver
hoje em dia é uma mulher nua ou seminua. Elas estão em todo lugar: nas
cenas de amor dos filmes, nos parques pegando um bronzeado, nos
comerciais de sabonete, nos outdoors, desfilando nas passarelas, e até
indo para a igreja. Sinceramente, eu acho que elas não percebem que
estão nuas, pois a maioria delas faz a mesma coisa! Para que uma mulher
vista roupas decentes, ela não pode nem pensar em comprar o seu tamanho
certo, pois a sua roupa seria bem justa, desconfortável, vulgar e
indiscreta. Por causa da moda, de sua carreira e até de sua idade,
muitas mulheres expõem suas partes íntimas.
As roupas agora são feitas para mostrar e
não para esconder. Os tecidos usados são os que costumávamos usar em
roupas íntimas. Os vestidos cada vez mais se parecem com lingerie,
feitos para usar sem nenhuma roupa íntima por baixo. Eu me lembro do
tempo em que roupa íntima era uma das coisas que a gente procurava
esconder; era vergonhoso se alguém visse até mesmo a cor da roupa íntima
que estávamos usando. Hoje em dia, roupa íntima é para ser mostrada!
Algumas delas são tão pequenas e insignificantes que eu nem sei para que
servem! Sutiãs eram usados para proteção. Hoje em dia, são usados para
decorar o decote. Dizem que quanto mais desconfortáveis forem as calças,
melhor será o visual das mulheres. O que está acontecendo? Homens
achavam isso o máximo no começo, mas agora é comum, normal, todo mundo
usa... Eles se cansaram de ver o que não deviam. Muitos nem olham mais;
outros acham engraçado ou olham com desrespeito.
Isto tudo é parte do plano do diabo para
denegrir a imagem das mulheres. Ele usa a moda para conduzi-las à
ruína, para que os homens não lhes deem mais valor e, consequentemente,
não assumam nenhum compromisso com elas, mas apenas as usem para os seus
próprios prazeres. Isso também gera mais famílias destruídas, sem pais,
sem maridos e sem moral. Por que dar esse prazer ao diabo? Por que
deixar o seu corpo, que é o templo do Espírito Santo, ser alvo da
atenção de pessoas erradas? Por que ser o motivo da queda de tantos
homens? Vamos nos vestir para obter sucesso e não para a nossa ruína!
Nós, mulheres, somos lindas em vários
aspectos. Nossa silhueta é exclusiva; nossos traços são delicados e
perfeitos! Por que mostrar mais do que aquilo que já é bonito? Vamos
usar o que temos para nos trazer o bem e não o mal, para levantar e não
para derrubar. Vamos fazer sucesso com a nossa maneira de vestir! Não
precisamos estar fora de moda ou ser antiquada para nos vestirmos
adequadamente. Tudo o que precisamos é ter em mente a coisa certa.
Quando o alvo é chamar a atenção de todo o mundo, isso não nos traz
nenhum benefício e só obtemos a atenção das pessoas erradas. Lembram-se
da Madonna e da Britney Spears? Será que elas obtiveram o sucesso que
desejavam com aquele beijo? É claro que não.
Quanto ao nosso vestir, devemos ter
cuidado para não chamar a atenção de todo o mundo e nem causar uma
imagem errada, mas, sim, inspirar respeito e criar uma impressão boa e
positiva sobre nós. Infelizmente, nem sempre podemos contar com a moda
para fazer isso por nós. Existem as modas que são boas e as modas que
são ruins, e nós temos que saber distinguir entre elas.
Comentários